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Para escritórios contábeis

Como funciona, mês a mês

A sua equipe trabalha no painel, o seu cliente no portal, e cada capacidade abaixo diz o que cobre e o que não cobre. Primeiro o calendário do mês, depois o que cada lado faz, e por fim os limites.

O mês em vinte dias

O mês de uma ME e de um MEI tem este calendário: oito marcos que se repetem todo mês, do jeito que uma contadora já vive.

  1. Dias 3 a 5Autorização

    A contadora confere a procuração 00146 no e-CAC de cada cliente novo. Sem ela, a empresa fica parada e não recebe prazo.

  2. Dia 10Certificado

    O certificado A1 de cada cliente e o e-CNPJ do escritório são revistos. Quem vence nos próximos 30 dias entra em alerta, mais forte a 15 e a 7 dias do vencimento.

  3. Dias 11 a 14Folha

    A folha do mês entra na apuração e decide, pelo Fator R, entre o Anexo III e o Anexo V.

  4. Dia 15Congelamento

    O eSocial fecha e começa o congelamento do mês, que só termina depois do vencimento.

  5. Dias 16 a 18Transmissão

    A contadora revisa, aprova e transmite a declaração, com o recibo guardado.

  6. Dias 16 a 19Guia

    A guia do DAS ou do MEI é emitida e chega ao cliente pelo portal, com o valor certo.

  7. Dia 20Vencimento

    O DAS vence. A régua de cobrança mostra quem já pagou e quem ficou pendente.

  8. Depois do vencimentoPrestação de contas

    O mês fecha com um recibo: quantas notas, o total faturado, o recibo da declaração e o valor da guia.

Pelo lado da sua equipe

Da entrada de um cliente novo ao fechamento do mês, na ordem em que o mês acontece.

  • Cadastrar a empresa cliente

    ME do Simples e MEI, a partir do CNPJ. Razão social, CNAE, município e data de abertura vêm da consulta pública da Receita; a contadora não digita nenhum deles. Não confere nada no e-CAC nem no Simples Nacional.

  • Carregar o histórico anterior à entrada

    Catorze competências de receita, e a folha de cada uma quando a empresa é do Fator R, numa carga única. Meia carga é recusada, com os meses que faltam nomeados.

  • Declarar a folha de um mês fechado

    Pró-labore, salários, décimo terceiro, FGTS e INSS patronal, com a competência anterior ao lado como referência. O valor é digitado por quem declara, e o produto grava isso: ele não lê o eSocial.

  • Registrar a conferência do e-CAC

    Quais procurações a contadora conferiu, com data e validade. É o que tira a ME do bloqueio. A plataforma não pergunta ao e-CAC se a procuração existe: vale o que a contadora registrou.

  • Guardar o certificado A1 do cliente

    Recebe o arquivo e a senha, confere titular e validade, cifra em envelope e guarda. A carteira lista os que vencem em 7, 15, 30 e 60 dias, e um resumo mensal sai por e-mail no dia 1.

  • Ver o que falta em cada empresa

    Uma leitura por empresa com cada pendência, se ela bloqueia, e o ato que a resolve.

  • Apurar a competência

    RBT12, Fator R, anexo, alíquota efetiva e o DAS. Só apura quando conhece a janela inteira de doze meses; sem ela, recusa e diz quais meses faltam, em vez de calcular a menor. Do mês da entrada em diante, compara com o mês anterior.

  • Aprovar, uma a uma ou em lote

    Registra quem aprovou, quando, e os valores exatos. O lote recusa inteiro quando alguma linha tem o DAS variando muito contra o mês anterior sem justificativa, e nomeia a empresa.

  • Liberar a empresa para transmitir

    O protocolo do primeiro mês: até a contadora liberar a competência conferida à mão, a empresa fica em somente consultas, calcula e não transmite.

  • Transmitir a declaração do Simples

    Envia o PGDAS-D e guarda o recibo; a obrigação do mês passa a entregue com o valor do DAS. Exige o contrato com o Integra Contador.

  • Emitir a guia

    O DAS da ME em PDF, guardado como documento do cliente. A guia do MEI com o valor fixo por atividade. O DAS emitido no e-CAC também entra: a contadora publica o PDF e ele chega ao cliente ligado à obrigação do mês.

  • Revisar a nota antes de emitir

    Quando a empresa tem a revisão ligada, a nota do cliente entra numa fila própria, e a contadora decide: emitir, ou devolver com o motivo que o cliente lê.

  • Publicar documento para o cliente

    Nove tipos, com título, competência opcional e escolha de quem vê. Aparece na lista do cliente e ele baixa.

  • Dar baixa numa obrigação

    Marca paga e entregue, com a data, a origem da informação e quem fez. Recusa data de pagamento no futuro.

  • Fechar o mês com recibo

    Depois do vencimento da guia, o recibo mensal sai com a quantidade de notas, o total, o recibo da declaração e o valor da guia, e o cliente é avisado.

  • Ver a fila do mês

    Todas as obrigações da carteira, com vencimento, dias restantes, atraso, valor e quem entrega cada uma, com o motivo. Dez contadores de exceção, e quantas empresas ainda têm eSocial, DARF do INSS e DCTFWeb pendentes.

  • Acompanhar os parcelamentos

    Cada parcelamento conhecido (sistema, número, situação) e cada parcela, lidos do que a sincronização diária grava. A contadora emite a guia da parcela e a marca como paga, com data e origem.

  • Cobrar a própria mensalidade

    Planos por regime, a mensalidade de cada cliente sobre um plano, e as cobranças do escritório fatura a fatura, com o total em aberto. Suspender ou encerrar um cliente não apaga o histórico dele.

  • A equipe do escritório

    Convidar uma segunda contadora, recuperar a senha de quem a perdeu, recadastrar o segundo fator de quem perdeu o telefone, desligar um acesso. Cada ato exige o segundo fator de quem o pratica, e sempre são duas pessoas.

  • A trilha de auditoria

    Toda escrita relevante fica registrada com autor, momento e valores, empresa a empresa, do ato mais recente para trás. Ninguém a edita nem a apaga por dentro do produto.

  • O diário de chamadas ao governo

    Cada chamada com operação, empresa, modo, sucesso e recibo. A conta que vale é a fatura do Serpro: o custo por chamada só é gravado contra o fornecedor de verdade.

  • As tarefas automáticas

    A última execução, o desfecho, a duração e as falhas seguidas de cada tarefa diária, numa tela. Nenhuma é amarrada a um dia do mês: todas rodam a cada 24 horas sobre a data do dado que leem.

  • Exportar a carteira

    Um arquivo compactado com cinco planilhas (empresas, parâmetros, titulares, serviços, histórico de receita) e um manifesto com a assinatura de cada uma.

Pelo lado do seu cliente

O portal que o escritório entrega ao cliente, com a marca do escritório e o canal de atendimento dele no rodapé de toda tela.

  • Entrar

    Pelo link de uso único, válido por quinze minutos, sem senha. Quem quiser define uma senha, cadastra o segundo fator no aplicativo autenticador, e vê e encerra as próprias sessões.

  • Ver o mês

    As obrigações da competência com nome, vencimento, situação e valor quando há.

  • Emitir nota fiscal

    A partir de um modelo do histórico ou de um tomador novo, com o serviço cadastrado e o valor. Em lote, uma linha por tomador, até vinte por vez; uma linha rejeitada não trava as outras. Cancelar com justificativa, e substituir por uma nota nova ligada à antiga.

  • Ver a guia do mês

    Situação, valor, vencimento, data da declaração, recibo e o PDF para baixar. Quando a empresa tem parcelamento, a parcela do mês aparece ao lado do DAS, e o comprovante de pagamento sobe pelo portal.

  • Ver o limite do Simples

    O acumulado do ano, o teto, o percentual usado e o valor mês a mês. No MEI aberto durante o ano, o teto proporcional.

  • Confirmar o faturamento do mês

    O cliente responde se houve faturamento fora da plataforma, e o valor. A resposta fica registrada com autor e data.

  • Ver os documentos e a mensalidade

    A lista do que a contadora publicou, com o que é novo, e o download de cada um. A mensalidade com valor, dia de vencimento, situação e o que está em aberto.

  • Exercer os direitos da LGPD

    Um relatório com os dados guardados por categoria e a origem de cada uma, a exportação de tudo num arquivo, a exclusão, e o pedido de correção com prazo de quinze dias para a contadora responder.

Os limites declarados

Não são defeitos escondidos. São o que o produto não faz hoje, ditos antes da assinatura.

  • A chamada ao Serpro real ainda não rodou em produção

    Transmitir o PGDAS-D e emitir a guia pelo Integra Contador existe no código e foi medido contra substitutos internos de desenvolvimento. Hoje o procedimento normal do mês é a contadora transmitir pelo e-CAC. O piloto existe para provar o caminho com o contrato do escritório.

  • Cinco das sete obrigações ficam nos sistemas do governo

    Fechamento da folha no eSocial, DCTFWeb, DARF do INSS do pró-labore, Declaração Anual do MEI e DEFIS. A plataforma cria o prazo, mostra na fila, avisa o cliente e recebe a baixa.

  • A folha é digitada, não lida do eSocial

    O Fator R decide entre o Anexo III e o Anexo V, e o numerador dele é a folha que a contadora digita. O produto grava a procedência do número.

  • Sem Pix nem código de barras na guia

    O Integra Contador não devolve esses dados, e o produto não os deduz do PDF. O cliente paga com o papel ou digitando no aplicativo do banco.

  • Um escritório por instalação

    Instalar duas vezes na mesma base é recusado. Dentro dela cabem uma ou mais contadoras e a carteira inteira.

  • Não pergunta ao governo, e não retifica

    A plataforma registra o que a contadora conferiu, como a procuração do e-CAC. Uma competência já transmitida com um lançamento errado não tem conserto por este caminho, só por fora, no e-CAC.

Veja no seu escritório

O calendário acima é o de uma ME e de um MEI. Peça uma demonstração com o cenário do seu escritório, ou veja antes para quem a plataforma serve.